Esgrima história escola

Mariana Nelz Pistoia

Mariana Nelz Pistoia 150 150 Redação Redação

Nasceu em 3 de Dezembro de 1998, na cidade de Gramado, interior do Rio Grande do Sul. Sempre gostou muito de praticar esportes em geral e, em 2007, iniciou a prática de esgrima no Grêmio Náutico União, por influência de seu irmão e de seu primo, que já praticavam o esporte.

Participa de competições nacionais desde 2008 e de competições internacionais desde 2009. Foi campeã brasileira pela primeira vez em 2009, na categoria até 11 anos, quando decidiu que gostaria de levar a esgrima de forma mais profissional.

Foi vice-campeã pan-americana individual cadete (2014) e juvenil (2017), e campeã sul-americana individual pré-cadete (2013), cadete (2015), juvenil (2016) e adulta (2019). Ainda, f0i campeã pan-americana juvenil por equipes em 2016 e bronze nos campeonatos pan-americanos adultos por equipes de 2017 e 2018.

Começou a cursar a faculdade de Direito em 2017.

Em 2019, ingressou como 3º Sargento do Exército Brasileiro.

Participou dos Jogos Sul-americanos  (ODESUR) em 2018, obtendo a medalha de ouro por equipes. Em 2019 participou também dos Jogos Pan-americanos de Lima e dos Jogos Mundiais Militares em Wuhan, China.

Regulamento do Torneio “Taça Desafio Russel” – Pelo cavalheirismo, lealdade, honra e pureza do esporte.

Regulamento do Torneio “Taça Desafio Russel” – Pelo cavalheirismo, lealdade, honra e pureza do esporte. 150 150 Redação Redação

Regulamento do Torneio “Taça Desafio Russel”

A Federação Internacional de Esgrima (FIE) propôs, em 1938, a realização do torneio “Taça Desafio Russel”, com os seguintes propósitos: evitar a especialização extremada do esgrimista pela adoção de uma única arma; eliminar o semi-profissionalismo, mantendo-se assim, a pureza do esporte e suas elevadas finalidades; e frisar o indispensável cavalheirismo, característico dos esgrimistas e os sentimentos de lealdade e de honra, que devem ser intensamente cultivados por todos os atiradores.

O Brasil foi convidado a participar do torneio, cujas regras definiam que: os toques deveriam ser acusados pelos contendores e não por juízes ou aparelho indicador; os esgrimistas deveriam jogar as três armas, ter mais de 30 anos e ganhar a própria vida por intermédio de uma profissão ou ofício que não tivesse relação alguma com qualquer esporte. As eliminatórias seriam definidas por zonas (Zona Europeia, dividida em 6 grupos, e Zona Americana, dividida em 2 grupos) e o vencedor da Zona Americana deveria enfrentar o vencedor da Zona Europeia.  O regulamento  e o chaveamento encontram-se detalhados em:

 http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx?bib=090972_08&pagfis=22606&url=http://memoria.bn.br/docreader#

Por: Heitor Shimbo Carmona

Fonte: Correio Paulistano de 4 Fev. 1938. Um Grande certame Internacional de Esgrima. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx?bib=090972_08&pagfis=22606&url=http://memoria.bn.br/docreader# . Acesso em 08 Jul de 2020.

Resultados – Eventos da esgrima Paulista em 1935

Resultados – Eventos da esgrima Paulista em 1935 150 150 Redação Redação

Para comemorar o aniversário de sua fundação (em 05 de junho de 1925), a Federação Paulista de Esgrima – FPE tinha o costume de entregar os troféus e medalhas aos vencedores dos torneios ocorridos nos últimos 12 meses em evento “Gala” de armas. No dia 25 de junho de 1936 ocorreu a celebração do 11o aniversário da FPE e também fez-se uma homenagem aos esgrimistas brasileiros que embarcariam para representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Berlim. Na ocasião foram distribuídos os prêmios referentes aos seguintes acontecimentos:

TORNEIO DE JUNIORS – 1935

Florete:

1 o  Olavo Bruhns – Clube de Regatas Tietê – São Paulo (medalha)

2 o Antonio de Paula – Clube de Regatas Tietê – São Paulo (medalha)

3 o Ricardo Vialardi – Dopolavoro (medalha)

4 o José Salemi – Clube de Regatas Tietê – São Paulo (medalha)

Espada:

1 o  Ricardo Vagnotti – Dopolavoro (medalha)

2 o Antonio de Paula – Clube de Regatas Tietê – São Paulo (medalha)

3 o João Baptista de Sousa – Portugal Clube (medalha)

Sabre:

1 o  Olavo Bruhns – Clube de Regatas Tietê – São Paulo (medalha)

TORNEIO DE ESPADAS AO AR LIVRE “TAÇA PROGRESSO” – 1935

1 o  Eugenio Pagnini – Dopolavoro (miniatura da taça “Progresso”)

2 o Miguel Biancalana – Clube Esperia

3 o Ricardo Vagnotti – Dopolavoro (medalha)

4 o Ferdinando Alessandri – Dopolavoro (medalha)

HANDICAP DE ESPADA ” TAÇA VALLIM” – 1935

1 o  Walter de Paula – Clube Potuguez ( miniatura da taça “Vallim”)

2 o João Baptista de Sousa – Portugal Clube (medalha)

3 o João Heinrich Junior – Clube de Regatas Tietê – São Paulo (medalha)

4 o José Salemi – Clube de Regatas Tietê – São Paulo (medalha)

CAMPEONATO PAULISTA INDIVIDUAL – 1935

Florete:

1 o  Ferdinando Alessandri – Dopolavoro (medalha)

2 o Antonio de Paula – Clube de Regatas Tietê – São Paulo (medalha)

Espada:

1 o  Henrique Vallim – C. A. Paulistano (medalha)

2 o Antonio de Paula – Clube de Regatas Tietê – São Paulo (medalha)

Sabre:

1 o  Miguel Morano – Clube de Regatas Tietê – São Paulo (medalha)

CAMPEONATO PAULISTA “INTERCLUBES” – 1935

Cada clube apresenta nesta competição uma turma de três esgrimistas em cada arma. O Clube de Regatas Tietê – São Paulo conquistou o primeiro lugar nas três armas (3 taças miniatura e o troféu da prova)

PROVAS FEMININAS CAMPEONATO PAULISTA “INTERCLUBES” – 1935

As provas femininas eram realizadas unicamente na arma do florete

TORNEIO DE JUNIORS – 1935

1 o  Lydia Auricchio – Clube de Regatas Tietê – São Paulo (medalha)

CAMPEONATO PAULISTA INDIVIDUAL – 1935

1 o  Leonor Margarido – Clube de Regatas Tietê – São Paulo (medalha)

TROFÉUS DISPUTADOS – 1935

TAÇA “INTER-CLUBES” – CAMPEONATO PAULISTA POR EQUIPES

Vencedor – Clube de Regatas Tietê – São Paulo

TAÇA “ALESSANDRI” – CAMPEONATO PAULISTA INDIVIDUAL DE FLORETE

Vencedor – O. N. Dopolavoro

TAÇA “U.B.E.” – CAMPEONATO PAULISTA INDIVIDUAL DE ESPADA

Vencedor – C. A. Paulistano

TAÇA “CUFFARI” – CAMPEONATO PAULISTA INDIVIDUAL DE SABRE

Vencedor – Clube de Regatas Tietê – São Paulo

TAÇA “VALLIM” – TORNEIO DE HANDCAP DE ESPADA

Vencedor – Clube Portuguez

TAÇA “PROGRESSO” – TORNEIO DE ESPADA AO AR LIVRE

Vencedor – O. N. Dopolavoro

Na distribuição dos prêmios a Federação Paulista adotou os seguintes critérios:

Quando uma prova reúne menos de 3 concorrentes, não se realiza;

De 3 a 5 concorrentes, prêmio ao primeiro colocado;

De 6 a 8 concorrentes, prêmio aos 2 primeiros colocados;

De 13 a 18, prêmio aos 4 primeiros colocados;

Mais de 18 participantes, prêmio aos 5 primeiros colocados.

TORNEIO DE PREPARAÇÃO OLYMPICA

Foram 5 torneios masculinos de Preparação Olympica promovidos pela Federação Paulista de Esgrima – FPE nos meses de março a abril de 1936. Receberam o prêmio, os esgrimistas que se colocaram em 1o lugar:

Florete:

1 o Ferdinando Alessandri – Dopolavoro (Miniatura da Taça)

Sabre:

1 o Ferdinando Alessandri – Dopolavoro (Miniatura da Taça)

Espada:

1 o  Henrique Vallim – C. A. Paulistano (Miniatura da Taça)

Foram realizados 3 torneios femininos de Preparação Olympica promovidos pela Federação Paulista de Esgrima – FPE

Florete:

1 o Hilda Von Puttkammer (Miniatura da Taça)

2 o  Leonor Margarido – Clube de Regatas Tietê – São Paulo (medalha)

Ainda foram realizadas homenagens aos Mestre de armas da Força Pública por competente e imparcial atuação como juri nas provas de Preparação Olympica:

José da Silva Neubern (medalha)

Domingos Dias de Oliveira (medalha)

Anizio Pinheiro (medalha)

José Rocha (medalha)

Lydio Leite (medalha)

José Bonifacio de Carvalho (medalha)

Benedicto Rosa (medalha)

Antonio Lopes (medalha)

Olympio Nunes (medalha)

Geronymo de Souza (medalha)

Por: Heitor Shimbo Carmona

Fonte:

Disponibilizado em: Correio Paulistano – 21 de junho de 1936/ O esporte fidalgo em revista/ http://memoria.bn.br/DocReader/Hotpage/HotpageBN.aspx?bib=090972_08&pagfis=12896&url=http://memoria.bn.br/docreader# . Acesso em 06 Jul. 2020

Árbitros brasileiros habilitados

Árbitros brasileiros habilitados 150 150 Redação Redação

O árbitro é de fundamental importância para a realização e bom andamento das provas de esgrima. Portador  de papel simbólico, carrega enorme responsabilidade na garantia do respeito ao regulamento e da imparcialidade. Muitas vezes exerce influência decisiva na concretização ou não de objetivos e sonhos construidos em anos de trabalho e suor por parte de atletas, treinadores e demais envolvidos. 

De acordo com a tradução do documento publicado pela Federação Internacional de Esgrima (FIE)  em dezembro de 2017, temos que:

t.46

1. O fato de aceitar uma designação como árbitro ou assessor implica na responsabilidade de honra da pessoa designada de respeitar e de fazer respeitar os regulamentos, assim como realizar as funções com a mais escrupulosa imparcialidade e com a maior atenção.
2. Os árbitros não podem acumular funções com nenhuma outra atividade no torneio, tal qual membro do Diretório Técnico, capitão de equipe, delegado oficial de sua federação nacional, treinador, etc.

t.47
ÁRBITROS
1. Todos os matches de esgrima nas competições oficiais da FIE são dirigidos por um árbitro titular de uma licença internacional de árbitro da FIE, válida para a temporada em curso.
2. O árbitro tem múltiplas funções:

a) ele faz a chamada dos esgrimistas (cf. t.114, t.118, t.119)
b) ele tem a direção do match.
c) antes de cada match, o árbitro deve verificar as armas, as vestimentas e o material dos esgrimistas, segundo as disposições abaixo.
d) ele supervisiona o funcionamento regular do aparelho. De sua própria iniciativa, ou por reclamação de um capitão de equipe ou de um esgrimista, ele faz proceder aos testes de verificação e de localização do defeito eventualmente manifestado. Ele impede os esgrimistas de contrariar as pesquisas desligando ou mudando intempestivamente seu material.
e) ele dirige os assessores, cronometristas, marcadores, etc.
f) ele deve se colocar e se deslocar de maneira a poder seguir o match, de modo a poder constatar o acendimento das lâmpadas.
g) ele sanciona as faltas (Cf. t.164).
h) ele outorga os toques (Cf. t.54ss).
i) ele mantém a ordem (Cf. t137).
j) cada vez que o árbitro julgue oportuno, ele deve consultar os especialistas em matéria de sinalização elétrica (Cf. o.28).
k) O Árbitro também deve supervisionar o estado da pista condutora; ele não deve permitir o início do combate ou a sua continuidade se a pista condutora tiver orifícios que possam afetar o bom registro dos toques.

A Confederação Brasileira de Esgrima (CBE) disponibiliza em sua página eletrônica a relação de árbitros brasileiros habilitados para as competições nacionais, competições FIE e Competições IWAS:

ARBITRAGEM

Em 2020 a CBE indicava os seguintes árbitros brasileiros habilitados e suas respectivas categorias:

ÁrbitroCategoria da habilitação
EDUARDO ROMÃO GOMESFIE – IWAS INTERNACIONAL
ABEL MELIANFIE – IWAS
JACQUES CRAMERFIE – IWAS
FABIO LOUREIROFIE
PAULO JUAN DE LIMA VELLOSOFIE
LUCIANO FINARDIFIE
RÉGIS TROIS DE ÁVILAFIE
RICARDO FERRAZIFIE
ANA CLARA RODRIGUESFIE
ARNO SCHNEIDERFIE
LUCIO GOLDANIFIE
PEDRO MAROSTEGAIWAS INTERNACIONAL – NACIONAL B
RICARDO BINDI DE ROMÃO GOMESIWAS NACIONAL – NACIONAL B
GABRIELA RODRIGUESIWAS NACIONAL – NACIONAL B
GABRIEL DE ASSISIWAS NACIONAL – NACIONAL B
MAURÍCIO STEMPNIAKIWAS NACIONAL – NACIONAL B
TALIA BECKER CALAZANSIWAS NACIONAL – NACIONAL B
CAROLINA ANZOLIN ARAUJONACIONAL A – IWAS
AUGUSTO CASTRONACIONAL B – ECR NACIONAL
ANA LUIZA AMARAL TOLDONACIONAL B
CARLOS HENRIQUE MOREIRANACIONAL B
CLÉDOLA OLIVEIRA DE TELLONACIONAL B
DIEGO MARQUES FRANTZNACIONAL B
HENRIQUE ROCHELNACIONAL B
ICARO ZAGROBELNY MOURANACIONAL B
JOAO PAULO FORMAN MURRAYNACIONAL B
LUCIANA BENTO P. DE CARVALHO CABRALNACIONAL B
LUIGI BRESCIANININACIONAL B
LUIZ HENRIQUE SOMMERNACIONAL B
TABEA EPP KUSTER ALVESNACIONAL B
TARCÍSIO MATEUS MENDESNACIONAL B
VICENTE LEAL HOFMEISTERNACIONAL B
ALINE DE MENEZES SANTOSNACIONAL B
ANA PAULA BINDI GOMESNACIONAL B
AUGUSTO MARQUESNACIONAL B
JULIANA PEREIRA DIASNACIONAL B
KARINA ZETTERMANN T. DE AVILANACIONAL B
LUCIANO SOUZANACIONAL B
MARCELO CORSETTINACIONAL B
LORANA SCHWANTESNACIONAL B
PEDRO D’AVILA DE CARVALHONACIONAL B
RAPHAEL REBOUÇAS SANTANA SILVANACIONAL B
RICARDO PACHECONACIONAL B
LUIZ EDUARDO DIONISIO DA FONSECANACIONAL B
THOMAS F. SCHWANKENACIONAL B
VITOR LICHESKI CITNACIONAL B
AUGUSTO NOBRE GONÇALVESNACIONAL B
DANILO COUTO GUEDESNACIONAL B
ENZO ARAKI BERGAMONACIONAL B
JOSÉ JOAQUIM DIAS SOEIRONACIONAL B
LEONARDO DE CAMPOS SIMÕESNACIONAL B
LEOPOLDO LUIZ GUBERT FILHONACIONAL B
LUIZ GUILHERME PETRACHINACIONAL B
RENATA ZETTERMANNNACIONAL B
RODRIGO BALDINNACIONAL B
TAYLAINE GUZENSKI PACHECONACIONAL B
VERÔNICA COUTO FERREIRA SOEIRONACIONAL B
THEO DUARTE GOLDEMBERGNACIONAL B
PEDRO H. P. PETRICHJUNIOR

Por: Heitor Shimbo Carmona

Fontes:

Disponível em: http://cbesgrima.org.br/arbitragem-2/ . Acesso em 02 Jul. 2020

Disponível em: http://cbesgrima.org.br/wp-content/uploads/2018/01/regulamento-tecnico-esgrima-fie-dezembro-de-2017.pdf . Acesso em 02 Jul. 2020

Matheus Becker

Matheus Becker 150 150 Redação Redação

Bom, nasci em 2004, jogo sabre desde 2013 no Esporte Clube Pinheiros com o Marquinhos. Em 2018 mudei de técnico e passei a ser atleta do Alkhas. Consegui já 6 pódios em campeonatos pan-americanos e sul-americanos, algumas várias medalhas em campeonatos brasileiros e nacionais e uma participação em mundial. Tenho várias histórias inesquecíveis na esgrima haha e fiz muitas amizades nela também. Em 2019 viajei para a Russia com vc, o Alkhas, Rick, a tia Chris, Bruno e Luana e foi uma experiência incrível. Minha primeira viagem internacional com a esgrima foi em 2017, quando fui p o Canadá competir no Challenge of the Nations, onde minha primeira medalha internacional.

Delegação brasileira nos Jogos Mundiais da Juventude – 1998

Delegação brasileira nos Jogos Mundiais da Juventude – 1998 150 150 Redação Redação

1998_World_Youth_Games_logo

Os Jogos Mundiais da Juventude 1998 foi o primeiro evento internacional multi-desportiva do seu tipo. Mais de 7.500 jovens atletas representando 140 países do mundo participaram neste evento. Porque os Jogos Mundiais da Juventude foi sob o patrocínio do Comitê Olímpico Internacional (COI), que também é conhecido como o primeiro dos Jogos Olímpicos da Juventude. Ela teve lugar em Moscovo, Rússia 11 a 19 de julho de 1998.

Link: https://pt.wikipedia.org/wiki/Jogos_Mundiais_da_Juventude_de_1998

Segue a delegação brasileira presente nos Jogos Mundiais da Juventude de Moscou 1998

Florete Masculino: Luis Felipe Leme (Pipo), Gabriel Horn, Heitor Shimbo Carmona

Florete Feminino: Luana Teixeira, Priscila Vallinoto, Taís Rochel

Espada Masculina: Marcelo Barbieri.

Espada Feminina: Ana Clara Rodrigues

Treinador: Alexandre Alves Teixeira

Chefe de equipe: Giocondo Cabral

Árbitro: Edvan Lima Filho

Fonte: Instituto Touché em 25/06/2020

Delegação brasileira de esgrima – Jogos Mundiais da Juventude – 1998. Em pé: Luis Felipe Leme (Pipo), Priscila Vallinoto, Giocondo Cabral, Gabriel Horn, Marcelo Barbieri e Heitor Shimbo Carmona. Agachados: Ana Clara Rodrigues, Taís Rochel, Luana Teixeira e Alexandre Alves Teixeira.

Felippe Daudt de Oliveira (Felippe D’Oliveira)

Felippe Daudt de Oliveira (Felippe D’Oliveira) 150 150 Redação Redação

Fonte: https://masp.org.br/acervo/obra/busto-do-poeta-felippe-daudt-doliveira

Seu nome era Felippe Daudt de Oliveira. Nasceu a 23 de agosto de 1890, em Santa Maria da Boca do Monte (RS). Morreu num acidente de automóvel em Auxerre, perto de Paris, a 17 de fevereiro de 1933. Aos 16 anos já escrevia críticas musicais para o “Correio do Povo”. Mais tarde farmacêutico, cronista elegante, hábil no remo, natação, exímio esgrimista, esforçado presidente do Clube de Regatas Guanabara. Foi ainda pioneiro da propaganda no laboratório Daudt, bom amigo e tio adorado, pelo carinho e atenções constantes com toda família. Como poeta, autor de “Vida Extinta” e “Lanterna Verde”, assinava Felippe D’Oliveira. Seu corpo repousa no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.

Fonte: http://asorrir.blogspot.com/2009/06/felipe-daudt-de-oliveira.html
Desportista, praticou esportes em diversas modalidades, destacando-se no remo, natação, ginástica, esgrima e automobilismo. Foi responsável pela iniciativa de remodelação do Clube de Regatas Guanabara, sendo um dos criadores da Federação Carioca de Esgrima.
Fonte: DA COSTA, Lígia Militz, MOREIRA, Maria Eunice, SANTOS, Pedro Brum.  Felippe D’ Oliveira – Obra Completa. Fundação de Apoio a Tecnologia e Ciencia – Editora UFSM , 16 de set. de 2016 – 253 páginas

FELIPE D’ OLIVEIRA

por Maria do Sameiro Fangueiro

Felipe Daudt d’ Oliveira nasceu em Santa Maria, RS, em 23 de agosto de 1890, e morreu em Paris,no dia 17 de fevereiro de 1933. Foi farmacêutico, escritor e poeta. Filho de Filipe Alves de Oliveira e de Maria Adelaide Daudt de Oliveira. Não conheceu seu pai, pois este foi assassinado, em conflitos políticos, antes de seu nascimento. Coube ao tio materno, João Daut Filho, auxiliar na sua educação. Este o conduziu ao mundo dos negócios e ao trabalho na Daudt, Oliveira & Cia.Ainda jovem, em sua terra natal, publicou versos e artigos de crítica literária em O Combatente.

Foi farmacêutico em 1908, pela Faculdade Livre de Medicina e Farmácia, em Porto Alegre. Já nessa época, colaborava com alguns periódicos como: o Correio da Manhã, a revista Fon-Fon, onde escrevia utilizando seu próprio nome e também sob o pseudônimo de Gavarni, a Gazeta de Notícias e a revista Ilustração Brasileira, publicada por Álvaro Moreyra.

Em 1911, publicou seu primeiro livro de poesias intitulado Vida extinta, mas foi somente em 1926, que publicou o segundo livro chamado Lanterna verde. Depois de sua morte foram publicados duas obras de sua autoria, Alguns poemas e Livro Póstumo, em 1937 e em 1938, respectivamente.

Seu poema “Magnificat” foi citado pelo Dr. Manuel de Sousa Pinto, professor da Cadeira de Estudos Brasileiros da Faculdade de Letras de Coimbra, durante a conferência Poesia Moderníssima do Brasil, “em virtude do sentimento de continentalidade americana”. Este poema foi publicado no Jornal do Commercio, do dia 11 de janeiro de 1931.

Foi exilado na França, ao apoiar em 1932, a Revolução Constitucionalista. Em 1933, morreu em um acidente de carro em Auxerre, perto de Paris. Após este acontecimento, seu irmão João Daudt de Oliveira e alguns amigos, criaram em sua homenagem, a Sociedade Felipe d`Oliveira.

Disponível em: https://bndigital.bn.gov.br/dossies/periodicos-literatura/personagens-periodicos-literatura/felipe-d-oliveira/ . Acesso em: 26 jun. 2020

Fonte: Projeto Periódicos & Literatura: publicações efêmeras, memória permanente: Fundação Biblioteca Nacional, Brasil. –http://bndigital.bn.gov.br/dossies/periodicos-literatura/?sub=sobre-periodicos-e-literatura%2F

Felipe Daudt de Oliveira

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Felipe Daudt de Oliveira, ou Felipe D’Oliveira (Santa Maria, 23 de agosto de 1890 — Paris, 17 de fevereiro de 1933) foi um poeta, jornalista, farmacêutico, empresário, esportista e escritor brasileiro.

Filho do bacharel pernambucano Filipe Alves de Oliveira e de Maria Adelaide Daudt, seu pai, ex-juiz municipal, foi assassinado em conflitos políticos da cidade, antes de seu nascimento. Seu tio, João Daudt Filho, auxiliou na sua educação, e o iniciou no mundo dos negócios. Em 1908, formou-se farmacêutico, pela Faculdade Livre de Medicina e Farmácia, em Porto Alegre e passou a auxiliar o tio, na Daudt, Oliveira & Cia., que se transferiu para o Rio de Janeiro.
Na época, colaborava para vários periódicos, entre os quais, o jornal Correio do Povo, Revista Fon-Fon (publicando com seu próprio nome ou com o pseudônimo Gavarni) e Gazeta de Notícias. Também já integrava o Grupo dos Sete, difusor do Simbolismo no Rio Grande do Sul. Seu primeiro livro de poesia, Vida Extinta, foi publicado em 1911; o segundo, Lanterna Verde saiu apenas em 1926. Escreveu também para a revista Ilustração Brasileira, publicada por seu amigo Álvaro Moreyra.
Em 1930 integrou o grupo Tríade Indissolúvel, com seu irmão João Daudt de Oliveira e com João Neves da Fontoura, no trabalho para a vitória da Aliança Liberal. Tem o seu poema Magnificat citado, em virtude do sentimento de continentalidade americana, na conferência Poesia Moderníssima do Brasil, pronunciada na Faculdade de Letras de Coimbra pelo professor da Cadeira de Estudos Brasileiros, Dr. Manuel de Sousa Pinto. Esta conferência foi publicada no Jornal do Commercio, Rio de Janeiro, domingo, 11 de janeiro de 1931, página 3.
Em 1932, apoiou a Revolução Constitucionalista, mesmo estando no Rio de Janeiro, pelo qual foi frequentemente procurado pela polícia, sem sucesso. Em 12 de outubro, após ter se asilado em uma embaixada, foi para o exílio na França.
No Brasil foram publicada suas obras Alguns Poemas (1937) e a obra em prosa Livro Póstumo (1938). Sua obra poética foi influenciada, nos primeiros anos, pela estética simbolista e, a partir de 1926, passou a incorporar elementos das vanguardas modernistas. Sofreu a influência da poesia de Baudelaire, Cesário Verde, Cruz e Sousa, Gabriele d’Annunzio, Maeterlink e Marcelo Gama.
Conviveu com Agripino Grieco, Álvaro Moreyra, Antonio Barreto, Carlos de Azevedo, Eduardo Guimaraens, Francisco Barreto, Guilherme de Almeida, Homero Prates, Paulo da Silveira, Ronald de Carvalho, Teixeira Soares, Villa-Lobos. É patrono da cadeira 37 da Academia Rio-Grandense de Letras.
Esportista, fundou a Federação Carioca de Esgrima, remodelou o Clube de Regatas Guanabara.
Faleceu, vítima de um acidente de carro, na estrada de Auxerre, próxima a Paris. Em sua homenagem, foi batizada uma rua de Porto Alegre (no bairro Petrópolis), outra no Rio de Janeiro (no bairro Copacabana) e outra em São Paulo. Em Santa Maria, além de ser nome de rua, foi lhe erguida uma estátua, de Vítor Brecheret.
Referências
1. ↑ Ir para:a b c d e f g h i SPALDING, Walter. Construtores do Rio Grande. Livraria Sulina, Porto Alegre, 1969, 3 vol., 840pp.
2. ↑ https://maps.google.com.br/maps?q=rua+felipe+de+oliveira+santa+maria&ie=UTF-8&hq=&hnear=0x9503cb6e19fe47cb:0xc952ae52a00ae0eb,R.+Felipe+de+Oliveira,+Santa+Maria+-+RS,+97015-250&gl=br&ei=R8gaUv-mEZTa8ATI-YCgCQ&ved=0CC4Q8gEwAA
Sobre Felipe de Oliveira www.copacabana.com

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Felipe_Daudt_de_Oliveira

NAE

NAE 150 150 Redação Redação

NAE

A NAE é uma competição esportiva entre as três escolas de formação militar de ensino médio das Forças Armadas. Marinha, Exército e Aeronáutica são representadas, respectivamente, pelo Colégio Naval (CN), pela Escola Preparatória de Cadetes do Exercito (EsPCEx) e pela Escola Preparatória de Cadetes da Aeronáutica (EPCAr).

Realizada anualmente adotando um sistema de rodízio das sedes, a competição tem como objetivo promover o companheirismo e o espírito de camaradagem entre os alunos das três escolas, e define como seu lema Amizade através do desporto.

A NAE é a principal competição anual do calendário esportivo das escolas de formação militar de ensino médio, sendo composta pelas seguintes modalidades: atletismo, futebol, natação, tiro, vôlei, basquete, xadrez, orientação, esgrima, judô e triatlo militar.

Em 2015, a NAE alcança a sua 48ª edição, tendo sido interrompida somente de 1992 a 1995 em decorrência do encerramento das atividades da EPCAr. Durante esse período, foram realizadas competições apenas entre a EsPCEx e o CN sob o nome de NAVEX.

 

Fonte: 100 anos de esporte na Marinha do Brasil: da “Liga de Sports” ao Programa Olímpico / Karina Cancella
[et al.] — Rio de Janeiro: Agência 2A Comunicação, 2015.

Disponível em: http://www.redebim.dphdm.mar.mil.br/vinculos/00000a/00000acc.pdf . Acesso em: 10 out. 2019.

 

 

NAVAMAER

NAVAMAER 150 150 Redação Redação

NAVAMAER

A Taça Lage, mais tarde conhecida por NAVAMAER, teve a sua primeira edição em 1938 entre a Escola Naval (EN) e a Escola Militar de Realengo (atual Academia Militar das Agulhas Negras – AMAN). As disputas ocorriam no atletismo, no basquetebol, no water polo, no futebol e na natação. A presença da Escola de Aeronáutica (AFA) aconteceu somente de 1941 em diante.109

A competição era comumente realizada em clubes civis, com grande público, elegante torcida e marcante presença feminina (na torcida), sempre elogiada pelos militares. Ao longo do tempo, teve como denominações: Torneio das Três Escolas, Jogos Inter-Escolas Militares e, principalmente, Competição Desportiva entre as Escolas Militares a partir de 1953. A Instituição Militar vencedora ostenta o Troféu Estado-Maior das Forças Armadas (GARRIDO; MARUJO, 2013a).

O desenvolvimento do esporte nas Forças Armadas favoreceu para que a competição ganhasse uma sigla que melhor representasse o evento e proporcionasse maior prospecção ao mesmo – NAVAMAER, sugerida pelo então Presidente da Comissão de Desportos das Forças Armadas, o General de Brigada Floriano Machado (Comunicado de 26 de dezembro de 1962). Na primeira edição da NAVAMAER, em 1962, foram disputadas provas nas seguintes modalidades: pentatlo militar, tiro, xadrez, futebol, natação, esgrima, voleibol, basquetebol, atletismo e polo aquático. Atualmente, a NAVAMAER acontece em sistema de rodízio em cada escola (GARRIDO; MARUJO, 2013a).

A NAVAMAER, no limiar do século XXI, de acordo com princípios positivos orientadores do esporte contemporâneo, contribui para o enfrentamento de desafios diante da nova visão de vida, por constituir-se em uma escola de atributos como honra, perseverança, espírito de equipe, cooperação, superação, solidariedade, controle da violência, tolerância, respeito mútuo, ética, prazer, liderança e justiça. A NAVAMAER, portanto, contribui para a formação integrada do militar por seus atributos referenciarem o desenvolvimento da cultura de paz, da saúde, do desempenho profissional e da qualidade de vida, favorecendo-o no atendimento de seus iminentes enfrentamentos e futuros desafios do século XXI (GARRIDO; MARUJO, 2013a).

Fonte: 100 anos de esporte na Marinha do Brasil: da “Liga de Sports” ao Programa Olímpico / Karina Cancella
[et al.] — Rio de Janeiro: Agência 2A Comunicação, 2015.

Disponível em: http://www.redebim.dphdm.mar.mil.br/vinculos/00000a/00000acc.pdf . Acesso em: 10 out. 2019.

 

Carolina Anzolin

Carolina Anzolin 150 150 Redação Redação

 

Desde 2015 árbitra CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro) e desde 2016 – Árbitra IWAS – esgrima em cadeira de rodas – tendo arbitrado os Jogos Paralímpicos Rio 2016. Mais recente: arbitragem na Copa do Muno de Pisa e Campeonato Mundial da Coréia do Sul em 2019, e já confirmada como árbitra dos Jogos Paralímpicos de
Tóquio em 2020.

Desde 2017 Árbitra Nacional de Esgrima Olímpica pelo IBE (já arbitrando por clubes
desde 2016), tendo arbitrado várias etapas do circuito nacional. Árbitra do Panamericano infantil e Veterano de El Salvador em 2018, do Sulamericano Adulto de Assunción 2019 e do Sulamericano Cadete Juvenil de Lima em 2019.

Em 2017 conclusão do Curso de Técnico de Esgrima nível I (IBE). Participação também no I e II Estágio de Aperfeiçoamento para Técnicos e Atletas de Esgrima com o mestre Filipo Lombardo em Curitiba, modalidade espada.

Bacharelado em Educação Fisica em curso – Universidade Cruzeiro do Sul

Desde mar 2016 – técnica de esgrima: Escola de Esgrima Abel Melian

Participação como atleta em Competições Nacionais e Internacionais: desde o TNCC
2014, tendo participado já em todas as armas. Hoje apenas em sabre, fazendo parte da
equipe pauli

Fonte: Carolina Anzolin em 25/06/2020