Esgrima história escola

Revista We.Brasil

Revista We.Brasil https://institutotouche.org.br/wp-content/themes/fildisi/images/empty/thumbnail.jpg 150 150 Ana Fontoura Ana Fontoura https://secure.gravatar.com/avatar/958357ebcb6568341885c69099cc8ff9?s=96&d=mm&r=g

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AMK https://institutotouche.org.br/wp-content/themes/fildisi/images/empty/thumbnail.jpg 150 150 Redação Redação https://secure.gravatar.com/avatar/20d0023fc605695552e9703bbe2d6775?s=96&d=mm&r=g

Segue estudo de caso da AMK

20200610-case-amk CBE

Fotos Históricas da inauguração da AMK:

Fonte: Athos Schwantes em 10/06/2020

História da Esgrima

História da Esgrima https://institutotouche.org.br/wp-content/themes/fildisi/images/empty/thumbnail.jpg 150 150 Redação Redação https://secure.gravatar.com/avatar/20d0023fc605695552e9703bbe2d6775?s=96&d=mm&r=g

Definições A esgrima é um esporte olímpico em que duas pessoas de diferentes pesos, altura ou idade se enfrentam diretamente com iguais chances de vitória. Trata-se, em síntese, da arte de jogar com armas brancas através da utilização de movimentos coordenados. E também a arte marcial mais antiga do Ocidente, cuja versão esportiva moderna põe três armas em competição: florete, espada e sabre. O florete tem um peso máximo de 500 g e sua extensão não pode exceder 110 cm. A lâmina é de aço e pode chegar a 90 cm. O floretista deve tentar atingir, com a ponta da arma, o tronco do adversário. A espada já permite que a parte tocada seja todo o corpo do adversário, também com a ponta da arma. O peso máximo da espada é de 770 g. A extensão é a mesma do florete, isto é, máxima de 110 cm e lâmina de 90 cm. A lâmina também é de aço. O sabre é menor, o máximo de extensão é de 105 cm. A lâmina é de aco, sua extensão é de até 88 cm. O peso tem de ser inferior a 500 g. O atirador deve tentar atingir o corpo do adversário, da cintura para cima, com qualquer parte da lâmina. A principal condição para esgrimir corretamente é tocar o adversário sem ser tocado, através de movimentos ordenados.

Origens A esgrima começou como uma forma de combate bem antes de Cristo. Alto-relevos no templo de Madinet-Habu próximo a Luxor, no Egito, que datam de aproximadamente 1190 a.C. mostram esgrimistas competindo. Muitas outras antigas civilizações como as da China, Japão, Pérsia, Babilónia e Grécia praticaram a luta de espada como forma de treinamento para combate. A esgrima como esporte iniciou-se no século XIV ou XV na Itália ou na Alemanha (ambos reivindicam para si a origem do esporte). Os mestres de esgrima alemães organizaram as primeiras associações no século XV, especialmente, a Marxbruder de Frankfurt em 1480. Em 1570 Henri Saint-Didier da França deu nomes aos movimentos e golpes mais importantes. A maior parte daquela nomenclatura ainda é usada. Do século XVI ao XVIII lutas de espada e duelos eram comuns. Os participantes destes duelos usavam uma variedade de armas incluindo espadas de madeira, espadas de uma só lâmina e varas com ferro nas pontas, As lutas eram frequentemente sangrentas e algumas vezes fatais. Três inovações do século XVII fizeram da esgrima um esporte popular: (i) o desenvolvimento de uma arma para a prática leve, com uma ponta achatada ou folheada, acolchoada para reduzir r isco de ferimentos: o florete (ii) o desenvolvimento de um conjunto de regras que limitava o alvo para certas áreas do cor po; e (iii) a criação de uma máscara de malha de ferro que protegia o rosto e fazia da esgrima uma atividade segura.

A luta de espada existe desde o antigo Egito. E desde então tem sicj0 praticada de várias maneiras e por diferentes culturas. Embora os torneios e combates de espada tenham sido um protótipo de esporte popular na Europa da Idade Média, a esgrima moderna foi influenciada mais pelos duelos realizados a partir do século XVI, do que pelos combates militares e torneios (justas) praticados pelos cavaleiros medievais. O termo “esgrima” vem de escrime ou escrima, originado da palavra germânica “skirmjan”. A partir do século XVIII, a espada evoluiu para um formato mais simples, curto e leve, que se popularizou na França como “Espada de Côrte” ou “Espada pequena”. Embora essa espada possuísse fio, este era mais usado para impedir que o adversário agarrasse a lâmina com as mãos; os golpes eram dados, quase em sua totalidade, de ponta. A leveza da arma foi um dos fatores que ajudou no surgimento de um estilo defensivo mais complexo. Mestres franceses desenvolveram uma escola baseada na sutileza do movimento, contra-tempos e nos ataques compostos. Em consequência, a Escola Francesa é a base da maioria das teorias da esgrima moderna, desde que, juntamente com a Itália, escrevia e estudava as técnicas do manejo das armas. A partir da metade do século XIX o duelo, como meio de resolver disputas pessoais entra em declínio, principalmente porque a vitória poderia conduzir o duelista à prisão e às penas da lei. A ênfase nos duelos é deslocada para se derrotar o oponente sem necessariamente matá- lo. As formas de duelos menos fatais evoluíram usando a espada de duelo. Esta é a base da Espada moderna. Os duelos praticamente desapareceram após a Primeira Guerra Mundial. Mas há registros de duelos realizados para resolver disputas levantadas durante a Olimpíada de 1920, em Antuérpia.

Em perspectiva histórica, a esgrima passou por três períodos bem demarcados em seu trajeto de arte marcial transformando-se também em um esporte. O período antigo caracteriza-se por uma esgrima de impacto, causado pelo choque de pesadas espadas nos oponentes, levava-os primeiro ao chão para depois matá-los. O período moderno foi marcado pelo desenvolvimento da técnica, por regras escritas e rituais de jogo justo. O desenvolvimento da proteção da face, a máscara, marca o período contemporâneo que permanece até os dias presentes. Neste último estágio, a introdução de equipamento elétrico, e mais tarde eletrónico, provocou importante mudança na maneira de se julgar e jogar esgrima. Recentemente essas mudanças foram notadas no sabre. Em retrospecto, as armas utilizadas na esgrima são três nas quais um esgrimista joga apenas uma delas, e que definem a sua vez por meio de regras e competições específicas. Em um campeonato, em primeiro lugar os participantes são divididos em grupos de 5, 6 ou 7 esgrimistas chamados de Pule (escolhidos através do ranking), em seguida os esgrimistas de cada grupo combatem entre si (tem combates que vão até cinco pontos). Ao término, há uma classificação após o Turno de Pules que seleciona para as chaves eliminatórias (em combates que vão a quinze pontos) até que se chegue ao campeão. No Brasil, a esgrima origina-se de tradições militares que remontam ao início do século XIX, quando era uma disciplina formativa de oficiais do Exército e da Marinha de Guerra. Do mesmo modo que aconteceu com o tiro e o hipismo, a esgrima já era considerada um esporte na segunda metade do século XIX e como tal praticado também por civis.

Segunda metade do século XIX No Brasil, práticas esportivas de esgrima são registradas no Clube Naval do Rio de Janeiro, em clubes de São Luís do Maranhão e clubes de imigrantes alemães do Rio Grande do Sul, além de instituições militares. Esta distribuição geográfica e a variedade de praticantes sugerem que a esgrima era uma das opções esportivas do país, embora não popular. No Exército, o grupo de elite da esgrima situava-se na Escola Militar da Praia Vermelha, no Rio de Janeiro.

1896 Realização dos Jogos Olímpicos de Atenas, primeira versão deste acontecimento esportivo restaurados na Era Moderna. À frente da iniciativa estava o Barão Pierre de Coubertin, ele próprio um praticante de esgrima. A esgrima foi incluída no Programa dos primeiros Jogos, sendo na ocasião competida entre 4 países e 13 atiradores. As armas foram florete e sabre para homens; a espada foi introduzida nos Jogos de 1900, em Paris. A espada elétrica foi introduzida nos Jogos Olímpicos de Berlim-1936, o florete em

Melbourne-1956 e o sabre em Seul-1988. Desde as primeiras Olimpíadas do século XX, a esgrima era o único esporte olímpico que incluía livremente atletas profissionais, situação que se generalizou no Início dos anos de 1980 por decisão do Comité Olímpico Internacional-COI.

1898 Imigram para São Paulo-SP, três esgrimistas italianos: Giuseppe Salermo, Giasintho Sanche e Massanielo Parisi, que se radicaram na cidade como mestres professores na arte de esgrimir.

Décadas de 1900 e 1910 Nestes anos, viagens de oficiais do Exército à Europa e Argentina como também a visita do campeão francês Lucien de Merignac contribuíram para desenvolver a esgrima no Brasil. Uma Sala D’Armas civil foi criada no clube Boqueirão do Passeio-RJ, cujo encarregado era o Mestre José Ferreira da Costa.

1902 O Primeiro Tenente Pedro Dias de Campos da Força Pública do Estado de São Paulo – um dos alunos dos mestres italianos chegados em 1898 – instala em 14 de julho, numa sala do Quartel da Luz-SP, a Escola de Espada, Sabre e Florete, que passou a formar esgrimistas daquela instituição policial militar e do meio universitário da cidade de SP.

1910 Criação do “Curso de Esgrima e Gymnastica” da Força Pública do Estado de São Paulo, no Quartel da Luz-SP (inaugurado em 9 de março), tendo inicialmente como comandante e diretor o Capitão Delphin Balancier, da Missão Militar Francesa. Em 25 de março de 1912, quando chegou da França, o Capitão Louis Lemaitre, diplomado pela Escola de Joinville-le-Pont, assumiu a direção do Curso de Ginástica, e o Capitão Delphin Balancier dedicou-se somente ao Curso de Esgrima. Nestas circunstâncias, estava assim criada a primeira Escola de Educação Física de Brasil, com ambos os cursos recebendo alunos militares e civis.

  1. Criação da Federação Internacional de Esgrima-FIE, entidade maior de administração deste esporte em escala mundial, reunindo federações nacionais da modalidade que vinham sendo criadas desde 1906. De início, a FIE deu forma a um regulamento internacional para as provas, permitindo uma expansão contínua alcançando com a adesão da República do Congo em 2003, 114 países filiados. Em termos históricos, contudo, já no século XVI havia na França uma associação normativa da esgrima que reunia Mestres d’Armas e tinha a denominação de “Academia d’Armas”. Na atualidade, a FIE promove todos os anos o Campeonato Mundial de Esgrima, com exceção dos anos Olímpicos, que acontecem a cada quatro anos.
  2. No Brasil, constitui-se a União Paulista de Esgrima, núcleo da atual Federação Paulista de Esgrima que assumiu esta denominação em 5 de junho de 1925.

1924 Este ano marca a inclusão das mulheres na competição de esgrima dos Jogos Olímpicos, com o florete, e somente em 1996, com a espada. O sabre feminino tem feito sua primeira aparição nos campeonatos mundiais a partir de 1998, como demonstração.

1927 (05/06) Data da fundação da União Brasileira de Esgrima, antecessora da atual Confederação Brasileira de Esgrima-CBE, a qual consolidou a participação de entidades e atiradores civis em eventos da modalidade no país, como também serviu inicialmente de apoio aos militares no necessário intercâmbio internacional. A nova entidade surgiu com o suporte dado pela então já existente Federação Paulista de Esgrima e alguns clubes do Rio de Janeiro. 1928 O primeiro campeonato brasileiro foi realizado neste ano. nas armas de florete, espada e sabre somente masculino categoria livre. Neste período, a esgrima tinha a maioria de seus praticantes nos estados do RJ e SP 1930 Organização de uma competição oficial de esgrima no Rio Grande do Sul, confirmando a existência de uma tradição da modalidade naquele estado. 1933 Criação do curso de Mestres D’Armas na Escola de Educação Física do Exército-EsEFEx, situada no Rio de Janeiro, bairro da Urca. Nos dias atuais este curso ainda se faz presente, pertencendo ao complexo do Centro de Capacitação Física do Exército, que incorpora a EsEFEx. De 1933 até 2002, foram formados neste curso 134 Mestres D’Armas. 89 do Exército, 7 das Polícias Militares, 17 de países latino-americanos e 21 civis. 1941 Fundação da Federação Riograndense de Esgrima-FRGE, em Porto Alegre-RS. 2001 O Atleta do Club Athletico Paulistano Renzo Pasquale Zeglio Agresta conquista a medalha de ouro pan-americana em três categorias distintas, fato inédito para esgrima do país: Campeão Pan-Americano Adulto Individual de Sabre; Campeão Pan-Americano Juvenil (até 20 anos) Individual de Sabre; Campeão Pan-Americano Cadetes (até 17 anos) Individual de Sabre. 2002 Este ano marca o início da esgrima brasileira corno esporte adaptado a portadores de deficiência física: a Associação Brasileira de Esportes de Cadeiras de Roda -ABRADECAR instituiu um coordenador para gerenciar as ações da esgrima em cadeira de rodas no âmbito dos esportes atendidos por esta entidade. Este passo foi fundamental para a modalidade, pois, até então, não existia um órgão institucional que respondesse e gerenciasse as ações da esgrima adaptada no país. Ainda com o apoio da ABRADECAR, em 2002 foi indicado de modo inédito, um Mestre D’armas para acompanhar a atleta Andréa de Mello no Wheelchair Fencrng World Cup, em Austin EUA. 2003 Torneios Nacionais: Campeonato Brasileiro de Espada – 15/11/03, dependências do Grêmio Náutico União, Cidade de Porto Alegre. Campeonatos Brasileiros Cadetes e Juvenil – 18 a 21/09/ 03, Ginásio do Esporte Clube Pinheiros, São Paulo. Taça Nacional Cidade de Curitiba – 30/08/03, Curitiba.

2003 – de 11 clubes e associações brasileiras: Grêmio Náu 33 atletas 2003 Taça Nacional Cidade de Curitiba Ao todo foram EC Banespa (1), CA Paulistano (4), EC Pin ‘ heiros (3()1,)CsolVi idade Vco União (2), (4), CDE (4), AABB (5), APPES (7), Col. Tiradentes (1). Ivlineira de Esgrima (3) e CBPM (1).
hoje aproximadamente 5.000 praticantes de esgrima n pela CBE, existem ida Situação atual Segundo informação fornecida no país, dos oficial de provas nacionais e, mais da metade, das provas calendário quais cerca de 30% são competidores e participam Há também quatro federações estaduais filiadas à CBvaE7SesP:taRctlaihs# e MG, entre as quais se destaca a de SP pelo domínio nas competições nacionais. Estas entidades têm um número de atletas registrados na CBE, que oscila em torno de 900 nos últimosO anos do Por sua vez, os clubes que se inscrevem nas comp. calendário da CBE oscilam entre totais de 20 a 30 es eti CBE considera as seguintes categorias de idade para competições: A Infantil até 9 anos; Infantil 10 e 11 anos; Infantil 12 e 13 anos; Cadetes 14 e 15 anos; Cadetes 16 e 17 anos; Juvenis até 20 anos; Adultos (maiores de 20 anos); e Veteranos (mais de 40/50/60 anos). Oficialmente, a cada ano, existem 5 provas nacionais válidas para o Ranking Oficial da CBE. Uma delas é o Campeonato Brasileiro. Cada prova é realizada nas capitais; Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro; uma delas, em rodízio, realiza também o Campeonato Brasileiro. Quanto à participação no esporte, a prática de esgrima no Brasil encontra-se ainda limitada às grandes cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Campinas e Santos. Com exceção de São Paulo, que mantém funcionando no Ginásio do lbirapuera uma sala pública de esgrima desde 1997, a prática deste esporte acontece, na maioria das vezes, em clubes, dificultando ainda mais o acesso por parte do grande público. Um outro problema é a demanda de profissionais de Educação Física especialistas em esgrima atuando no ensino deste esporte no Brasil: há apenas 25 profissionais com a titulação de Mestres D’Armas em atividade no país e concentrados na sua maioria nas grandes cidades antes citadas. Estas limitações incluem a disponibilidade de equipamento: segundo informação d principais expoentes isnaxpo onCte0s da em 2001 havia apenas 25 locais apropriados para competição de esgrima no país. No plano internacioitapl,coms esgrima são França, Itália, Hungi hl, Polónia, Alemanha, Rússia, Cuba, Canadá e China. O caso de Cuba é sintomático para com o Brasil; naquelepaIsfoffnam-se 30 Mestres por (EsgrimeIm ernationale, 2003), número superior ao total destes especialistas de nacionalidade brasileira dativFire. Entretanto, o Brasil tem demonstrado prestígio no âmbito em pois tem mantido em seu Comitê Executivo o presid mbit0 ente da Ca BE, Arguir Cramer.
A esgrima brasileira, depois dos Jogos Olímpicos de e em seu desenvolvimento, %Iene., -ui Seul-1 giqo salto de qualidad deu um salto o de Mestres d’Armas. Tal inicia criada a Escola de Formaçã . . ativa açao Brasileira de Esgrima foi patro • liderada pela ConfederPatrocinada Ia Federação Internacional de Esgrima e se concretizou nas dependências da Escola de Educação Física do Exército, atual Centro de Capacitação Física do Exército no Rio de Janeiro, que forma, a cada 2 anos, professores de esgrima especializados na formação de futuros esgrimistas e atletas. Em adição a este meio de formação, houve surgimento de um Curso de Mestre d’Armas realizado pela Escola de Educação Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, também diplomando novos formadores de esgrimistas. Os trabalho dos mestres d’armas formados pelos cursos nacionais, juntamente com alguns estrangeiros que aqui no Brasil trabalham com esgrima, começaram a obter resultados expressivos no âmbito internacional. O Brasil já conta com uma atleta Vice-campeã Mundial de Sabre Feminino Cadete até 17 anos (Élora Pátaro, treinada pelo Professor Alkhas Lakerbai).
Fontes Ávila, Régis Trois de. A História da esgrima, São Paulo, 2003, A História da Esgrima. Manual da EsEFEx, 1989; Publio, Nestor e Catalano, Ivens Martini. Escola de Educação Física da Policia Militar do Estado de São Paulo, Atlas do Esporte no Brasil, 2005; Oliveira, Evandro Duarte e Gomes, Paulo Henrique. História da Esgrima, 2002; Ivan Schwants em wvwv3.sul.com.br/ ivan; Associaça° Santista de Esgrima (www.brasilsterravista.pt/Ipanema/3314, frames.htm); O charme da esgrima, Revista SPORTmania,2002; vvww.esgrimaonline.com.br; www.open I i nk.bi.i nternet/cform m( at092.htm; FEI (www.fie.ch); AABB Brasília roa wArstgeocities.com/colosseum/a rena/2922M; Grêmio NáuticoVS° – Esgrima (www.gnu.com.b /. rima); CGF – Esg r interna.asp?secao=esgrma ‘ , (www. • brasilesgrima . g.nev ); Clube .comfbr/). Fencing OnLine (www.fencln n!): he de Regata T ^ i s tete (members,tripod.com/—crt esgriaur, Enrime Internatio n: 38. GOP’ nate Dia i • no. 45, September, 2003, pp. 39 — i Lei Diagnóstico e Análise das COB. Agnello – as Modalidades Olímpicas, 2001; no; Piva, Pre Atlas Prestação de Contas Técnica e Financeira, `. rido as do Esporte Garrido e J • no Brasil: estudos de Leopoldo Vaz, Fernando anice Mazo (2003 – 2004 / edição 2005).

Fonte: Atlas do Esporte – Edição 2005 – Reescrito através de Inteligência Artificial

 

Esporte Clube Pinheiros – ECP

Esporte Clube Pinheiros – ECP https://institutotouche.org.br/wp-content/themes/fildisi/images/empty/thumbnail.jpg 150 150 Redação Redação https://secure.gravatar.com/avatar/a9c82484ddc8f7aed43e31b2178c0d99?s=96&d=mm&r=g

Esporte Clube Pinheiros – ECP

O início da esgrima no clube aconteceu em 26/10/1928, havendo uma interrupção no período da 2ª guerra mundial.

Em 1955, João Gasparini, entusiasmado por uma viagem à Itália, voltou decidido a reintroduzir a atividade no clube. Encontrou apoio junto ao então diretor esportivo Francisco Lotufo Filho, que convidou e trouxe ao clube o Mestre Buonafina, técnico formador de grandes expoentes da esgrima do Pinheiros. Logo filiando-se à Federação Paulista, a esgrima pinheirense colocou sua primeira equipe em competição em 1956.

Com alto desempenho técnico defendendo as cores do clube, conquistaram o título de beneméritos na modalidade: Yara Busch Coelho, Eloisa Brasil de Moraes, Marcia da Silva Leonelli, Roberto Lazzarini, Francisco Itálico Buonafina e Humberto Calabrez Filho, Fernando Augusto Dias Scavasin e Heitor Shimbo Carmona.

Títulos importantes vem sendo colecionados pela seção. Em 1957, Sérgio Gasparini conquistou o título brasileiro da categoria de juniores. Em 1958, Carlos Alberto Ortiz conquistou, entre outros títulos, o mais importante da época, a Taça Palmeiras e o esgrimista Karl Heinz Keyhl foi considerado o esgrimista do ano pela Federação Paulista de Esgrima. Humberto Calabrez Filho foi seis vezes campeão brasileiro entre 1959 e 1970 e participou dos Campeonatos Sul-americanos de 1960 e 70 em Buenos Aires e do Pan-americano de 1963 em São Paulo.

Em 1974, Francisco Itálico Buonafina foi considerado o terceiro maior esgrimista do Brasil, sendo duas vezes campeão Sul-americano (1974 e 1978) e integrando a comissão organizadora dos Jogos Olímpicos de Atlanta em 1996. Nos Jogos Pan-americanos do México em 1975, conquistou a medalha de bronze na espada por equipe.

Nos Jogos Sul-americanos de Rosário, em 1982, Eloísa Brasil de Moraes e Márcia da Silva Leonelli integraram a equipe de Florete que conquistou a medalha de ouro.

Esgrimistas pinheirenses iniciaram sua participação em olimpíadas em 1988, Seul com Roberto Lazzarini que retornou em 1992, Barcelona juntamente com Francisco Raymis Papaiano. Em 2004, Atenas, foi a vez da atleta Maria Júlia Herklotz e do técnico Miakotnykh Guennadi e em 2008 e 2012  a participação foi de Renzo Agresta. 

Fonte: Centro Pró-Memória do Esporte Clube Pinheiros em 10/06/2020

Atualização das informações por Marcos de Faria Cardoso e Instituto Touché:

Nos Jogos Sul-Americanos de 1998, no Equador, o Marco Martins, Rodrigo Pedrosa e Roberto Lazzarini foram ouro na prova de Florete por equipes.

Em 2010, no Campeonato Mundial Militar em La Guaira, Venezuela, os 3° sargentos Marcos de Faria Cardoso e Fernando Augusto Dias Scavasin conquistaram uma inédita medalha de bronze para o Brasil no Florete por Equipes. Na mesma competição, Renzo Agresta foi bronze no sabre individual.

Nos Jogos Sul-americanos de Medellin, em 2010, Heitor Shimbo Carmona, Marcos de Faria Cardoso e Fernando Augusto Dias Scavasin integraram a equipe de Florete que conquistou a medalha de ouro.

Também nos Jogos Sul-Americanos de 2010, o atleta Renzo Agresta conquistou a medalha de ouro na prova individual.

Em 2011, nos Jogos Panamericanos de Guadalajara, Heitor Shimbo Carmona e Fernando Augusto Dias Scavasin integraram a equipe de Florete que conquistou a medalha de bronze. Renzo Agresta e Heitor Shimbo Carmona integraram a equipe de Sabre que também conquistou a medalha de bronze.

Em 2013 Renzo Agresta sagrou-se em Cartagena, campeão Panamericano no Sabre Individual.

Nos jogos Sul-Americanos de 2014 -Santiago os atletas Fernando Scavasin e Ghislain Perrier  integraram a equipe  que conquistou a medalha de ouro no Florete e Renzo Agresta conquistou a medalha de ouro no Sabre Individual.

Em 2015, nos Jogos Panamericanos de Toronto, Fernando Augusto Dias Scavasin e Ghislain Perrier integraram a equipe que conquistou a medalha de prata no Florete Masculino. Rayssa Costa e Nathalie Moellhausen integraram a equipe que conquistou a medalha de bronze na Espada Feminina.

Nas provas individuais, Renzo Agresta conquistou a medalha de bronze no Sabre Masculino e Nathalie Moellhausen o Bronze na Espada Feminina.

Nos Jogos Olímpicos de 2016, Rio de Janeiro, a delegação brasileira contou com 10 esgrimistas pinheirenses e 1 técnicoo do Esporte Clube Pinheiros: Ana Beatriz Bulcão, Fernando Scavasin, Guilherme Melaragno, Ghislain Perrier, Henrique Marques, Nathalie Moellhausen, Nicolas Ferreira, Rayssa Costa, Tais Rochel, Renzo Agresta e Marcos de Faria Cardoso (técnico).

Em 2017 Renzo Pasquale Zeglio Agresta torna-se atleta benemérito do Esporte Clube Pinheiros e se junta ao grupo formado por Humberto Calabrez Filho, Francisco Itálico Buonafina, Márcia da Silva Leonelli, Yara Busch Coelho, Eloísa Brasil de Moraes, Roberto Lazzarini, Fernando Augusto Dias Scavasin e Heitor Shimbo Carmona.

Nos jogos Sul-Americanos de 2018 – Cochabamba os atletas Heitor Shimbo, Henrique Marques e Bernardo Schwuchow integraram a equipe  que conquistou a medalha de ouro no Florete Masculino e Ana Beatriz Bulcão integrou a equipe que conquistou a medalha de ouro no Florete Feminino.

Em 2019, nos Jogos Panamericanos de Lima, Heitor Shimbo Carmona e Henrique Marques integraram a equipe que conquistou a medalha de prata no Florete Masculino. Ana Beatriz Bulcão, conquistou a medalha de bronze na prova de Florete Feminino Individual e Nathalie Moelhausen o bronze na prova de Espada Feminina Individual.

Também em 2019, Nathalie Moelhausen conquist0u o ouro no Mundial de Esgrima em Budapeste, vencendo a disputa no Individual de Espada Feminina e entrando para história como a primeira Brasileira medalhista do torneio.

 

 

 

Heitor Shimbo

Heitor Shimbo https://institutotouche.org.br/wp-content/themes/fildisi/images/empty/thumbnail.jpg 150 150 Redação Redação https://secure.gravatar.com/avatar/20d0023fc605695552e9703bbe2d6775?s=96&d=mm&r=g

Heitor Shimbo Carmona (São Paulo, 15 de abril de 1983) é um esgrimista brasileiro.

Começou a praticar esgrima aos 10 anos de idade, um ano depois de passar por uma cirurgia cardíaca.

Competiu pelo Esporte Clube Banespa entre 1993 e 2004. Em 2005 passou a defender o Esporte Clube Pinheiros, onde tornou-se atleta Benemérito em 2014.

Nas categorias de base, foi Integrante da equipe brasileira nos Jogos Mundiais da Juventude (Moscou, 1998), campeão Sul-Americano cadete (Porto Alegre, 1999) e campeão Pan-Americano Juvenil (Santiago, 2002).

Foi duas vezes campeão brasileiro de florete masculino adulto, em 2010 e 2012, além de conquistar duas medalhas de prata e seis de bronze na competição entre 2001 e 2016.

Medalhista, por equipes, de bronze nos Jogos Sul-Americanos do Rio de Janeiro em 2002, prata nos Jogos Sul-Americanos de Buenos Aires em 2006, ouro nos Jogos Sul-Americanos de Medellin em 2010, quando também obteve o bronze na prova individual e ouro nos Jogos Sul-Americanos de Cochabamba em 2018

Defendeu a equipe brasileira nos Jogos Pan-Americanos de 2003, 2007, 2011 e 2019, participando das equipes brasileiras que conquistaram as medalhas de bronze no florete e no sabre nos Jogos de Guadalajara – 2011 e a medalha de prata no florete nos Jogos de Lima – 2019

Em campeonatos Pan-Americanos participou das conquistas por equipes das medalhas de bronze em 2007, 2011 e 2019, além das medalhas de prata em 2009, 2012, 2013, 2015 (quando obteve também a medalha de bronze na prova individual), 2017 e 2018.

Por sua contribuição para elevar o Estado de São Paulo em competições de destaque nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, 2007 e por sua atuação como representante do Brasil nos Jogos Pan-americanos de Guadalajara, 2011, lhe foram concedidas as medalhas de mérito esportivo, por parte do governo do Estado e a medalha Anchieta, por parte da Câmara Municipal de São Paulo.

Devido às suas ações dentro e fora das pistas, o esgrimista já foi eleito representante dos atletas frente a Confederação Brasileira de Esgrima e também membro da Associação Brasileira de Esgrimistas (ABE).

É formado em Geografia pela USP, funcionário da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e um dos Fundadores do Instituto Touché.

Dados:

Heitor Shimbo Carmona
Arma florete
Nascimento 15 de abril de 1983 (37 anos)
Treinador: Guillermo Betancourt
Clube: Esporte Clube Pinheiros

Principais conquistas:

Jogos Pan-Americanos
Prata – Lima 2019 Florete por equipes
Bronze – Guadalajara 2011 Florete por equipes
Bronze – Guadalajara 2011 Sabre por equipes

Jogos Sul-Americanos
Ouro – Cochabamba 2018 Florete por equipes
Ouro – Medellin 2010 Florete por equipes
Bronze – Medellin 2010 Florete individual
Prata – Buenos Aires 2006 Florete por equipes
Bronze – Rio de Janeiro 2002 Florete por equipes

Copa do Mundo Satélite
Bronze – Cancun 2015 Florete Individual

Campeonato Pan-Americano de Esgrima
Bronze – Toronto 2019 Florete por equipes
Prata – Havana 2018 Florete por equipes
Prata – Montreal 2017 Florete por equipes
Bronze – Santiago 2015 Florete individual
Prata – Santiago 2015 Florete por equipes
Prata – Cartagena 2013 Florete por equipes
Prata – Cancun 2012 Florete por equipes
Bronze – Reno 2011 Florete por equipes
Prata – San Salvador 2009 Florete por equipes
Bronze – Montreal 2007 Florete por equipes

Campeão Sul-Americano individual : Lima, 2012

Campeão Pan-Americano Juvenil individual: Santiago, 2002

Campeão Sul-Americano Cadete individual: Porto Alegre, 1999

Integrante da equipe brasileira nos Jogos Mundiais da Juventude (Moscou, 1998)

Fonte: Instituto Touché

Fernando Scavasin

Fernando Scavasin https://institutotouche.org.br/wp-content/themes/fildisi/images/empty/thumbnail.jpg 150 150 Redação Redação https://secure.gravatar.com/avatar/a9c82484ddc8f7aed43e31b2178c0d99?s=96&d=mm&r=g

Fernando Augusto Dias Scavasin (São Paulo, 24 de novembro de 1984) é um esgrimista brasileiro.

Em 1997 teve o primeiro contato com a esgrima e conheceu o técnico cubano Guillhermo Betancourt. Em 1999 entrou para equipe brasileira cadete e juvenil. Em março de 2001 foi convidado a fazer parte da equipe do Esporte Clube Pinheiros, onde começou a treinar com o técnico Guennadi Miakotnic. Em 2012 voltou a treinar com Guillermo Betancourt, em 2017 passou a treinar com o técnico Alkhas Larkerbay e continuou representado o Esporte Clube Pinheiros.

Em 2003, com 19 anos, entrou pela primeira vez na equipe adulta, posição em que se encontra até hoje. Neste período, foi responsável direto pela surpreendente ascensão da equipe de florete até atingir o oitavo lugar no ranking mundial em 2016.

Em 2009, ingressou no Exército Brasileiro como atleta de alto rendimento.

Ao lado de Ghislain Perrier, Guilherme Toldo e Henrique Marques, foi um dos atletas da equipe brasileira de florete nas Olimpíadas do Rio de Janeiro – 2016

Principais conquistas
Atleta Olímpico Rio 2016
Duas vezes medalhista de Jogos Pan-Americanos: prata em 2015 e bronze em 2011;
Medalha de bronze no Campeonato Mundial Militar em 2009;
Oito vezes medalhista de Campeonato Pan-Americano: bronze em 2006, bronze 2007, bronze em 2011, prata em 2012, bronze em 2013, prata em 2014, prata em 2015, prata em 2016;
Quatro vezes medalhista em Jogos Sul-Americanos: prata em 2006, ouro em 2010, ouro e prata em 2014;
Bicampeão sul-americano individual em 2008 e 2015;
Bicampeão brasileiro individual em 2006 e 2009.

Fonte: Fernando Scavasin em 09/06/2020

Life Quality

Life Quality https://institutotouche.org.br/wp-content/themes/fildisi/images/empty/thumbnail.jpg 150 150 Redação Redação https://secure.gravatar.com/avatar/a9c82484ddc8f7aed43e31b2178c0d99?s=96&d=mm&r=g

A Life Quality teve seu início em Novembro de 2011, começamos com atendimentos em escolas e colégios particulares. Hoje são 18 escolas/colégios atendidos, mais de 200 crianças praticando dentro do ambiente escolar. Em 2016 abrimos nossa própria academia de Esgrima, o motivo da abertura da academia foram os resultados das nossas crianças que praticavam a Esgrima uma vez na semana dentro das competições oficiais, algumas delas se consagrando medalhistas. Hoje nosso destaque é da família Asquino que tem o Lucca Asquino e Sophia Asquino bem colocados no ranking nacional em mais de uma arma e mais de uma categoria. Algumas histórias marcaram nosso significado e valor como professores e também nossa existência, como o fato de ter acolhido uma criança com amiotrofia espinhal tipo II (doença degenerativa ainda sem cura) e também um morador de albergue. Esse ano mais duas conquistas que marcaram a nossa história, a realização do SESC verão, onde trabalhamos em 4 unidades e atendemos mais de 10 mil pessoas em 2 meses e também no SESC verão a realização do Campeonato Paulista pré cadete, cadete e juvenil em parceria com a FPE e o SESC, o evento foi marcado pelas luzes de Led na pista das finais e também pela excelente organização de tempo, espaço e higiene.

Fonte: Ricardo Sales em 09/06/2020

Grêmio Náutico União

Grêmio Náutico União https://institutotouche.org.br/wp-content/themes/fildisi/images/empty/thumbnail.jpg 150 150 Redação Redação https://secure.gravatar.com/avatar/a9c82484ddc8f7aed43e31b2178c0d99?s=96&d=mm&r=g

O Departamento de Esgrima do União foi fundado em 22 de abril de 1955 por três esgrimistas de Porto Alegre, Rui Fantoni, Fernando Torelly e Roger Steiger. Em 02 de maio do mesmo ano competiam pela primeira vez pelo clube, vencendo o Torneio patrocinado em homenagem ao “Aniversário da Folha da Tarde”. A partir daí o Departamento vem crescendo em estrutura e resultados.
• Fato relevante após a inauguração foi a passagem do Mestre João Rosa no comando do departamento. Foi este grande mestre que formou os dois primeiros esgrimistas do GNU que participaram de Jogos Olímpicos. Ricardo Menalda e Luciano Finardi inauguraram a participação da esgrima GNU em Olimpíadas em 1992 nos Jogos de Barcelona.
• Em 1991 foi inaugurada a Sala D’armas Cel. Mario Queiroz, na sede Alto Petrópolis, na época, uma das mais modernas da América Latina. O projeto foi dos recém formados Mestre d´armas Luciano Finardi e Ricardo Menalda que assumiram o comando do departamento desde então.
• No final de 1994, O Prof. Alexandre Teixeira assumiu a coordenação do departamento e juntamente com o Prof. Émerson Corrêa, iniciou um trabalho pedagógico adaptado do sistema francês, o “BRASSARD”. O Sistema de Brasões teve sucesso e levou um numero grande de pessoas a entrar e ficar na esgrima.
• Em 2015, foi inaugurada a Sala D´armas na sede Moinhos de Vento com uma estrutura muito boa e com espaço para a esgrima em cadeira de rodas também.
• No final de 2019, o departamento contava com 5 professores, mais ou menos, 140 pessoas praticando o nosso esporte, entre escolinha e equipes da esgrima olímpica e paralímpica.
Participações olímpicas e paralímpicas de técnicos e/ou atletas.
Pequim 2008 olimpiadas, Londres 2012 olimpiadas e paralimpiadas, Rio 2016 olimpiadas e paralimpiadas. Ainda Olimpiadas da Juventude Nanjing 2014.

Fonte: Alexandre Teixeira em 09/06/2020